O Economista 2011

O Anuário da Economia Portuguesa de 2011 é, como não podia deixar de ser, muito influenciado pelo agravamento da crise económica/financeira (e, sobretudo, política) que afecta particularmente a União Monetária Europeia, contagiando os restantes países da UE e causando apreensão em outras zonas do Globo – da América do Norte à Ásia, designadamente à China, passando pela América Latina e Rússia.

O futuro do euro constitui, nestes dias, a grande preocupação das autoridades europeias – e não apenas. Damos ao assunto um particular realce – a começar pela capa, com a ilustração das teses que vêm sendo alimentadas sobre a “redesenhação” do euro (ver, entre outros, um interessante trabalho de José Félix Ribeiro nas páginas 28 a 32).

Mas embora o contexto internacional “condicione” a edição, não deixamos de dedicar a maior atenção às questões especificamente nacionais – a fiscalidade e a justiça, a economia clandestina e a educação, a concertação social e o emprego, o financiamento da economia e a competitividade. E dedicamos o espaço necessário à análise de sectores fundamentais, como a agricultura e as pescas, a banca e os seguros, as telecomunicações e o turismo.

Enfim, o volume de 2011 do Anuário da Economia Portuguesa está na linha das anteriores 23 edições: com rigor e pluralidade.

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