Enfrentar a deriva

Nestes dias plúmbeos, quando um certo desânimo paralisante ameaça alastrar, é preciso, e possível, reagir – em relação às coisas negativas do País e, também, à deriva da Europa, sobretudo do tal “duovirato” (para utilizar a expressão recente de Helmut Kohl…).

Vive–se uma fase em que é legítimo questionar antigas e “definitivas” certezas, em que a base da ciência económica é posta em causa por personagens credíveis e outras nem tanto… É um tempo de “desorientação”, que parece atingir áreas até há pouco impensáveis.

Duas dezenas de autores – nomeadamente académicos, gestores, dirigentes empresariais e sindicais – fornecem neste número dos Cadernos de Economia importantes contributos para o entendimento da situação que Portugal, a Europa e o Brasil vivem. Queremos ainda destacar as análises referentes a vários sectores da actividade: agricultura, minério, eléctrico, automóvel, turismo, seguros, (…).

São análises rigorosas, que decerto ajudarão não apenas a compreender, mas também a enfrentar estes dias de desencanto, que é preciso transformar num tempo de esperança através da acção.

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