O Economista 2014

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O equilíbrio que a sociedade portuguesa vem perseguindo está em risco neste final de 2014. E o ano nem correu mal até ao mês de Julho. Com efeito, o primeiro semestre de 2014 foi tranquilo, marcado pelo fim do “Programa de Ajustamento”, com a partida, em Maio, dos representantes dos credores – embora o regresso da troika em Outubro (na altura da apresentação do OE-2015…), para a “monitorização pós-programa”, tenha refreado a euforia de desatentos analistas.

De qualquer modo, algumas variáveis macroeconómicas evidenciavam um desempenho encorajador, a taxa de desemprego descia significativamente, as exportações aguentavam-se apesar de tudo.

Mas eis que, no início do segundo trimestre, a implosão do segundo maior banco privado nacional transformou o mar chão num enorme tsunami, arrastando consigo muitas empresas, incluindo essa pérola que era a PT. De seguida, a desconfiança dos organismos internacionais e, também, do nacional Conselho das Finanças Públicas, em relação às metas consagradas no OE-2015, veio descredibilizar as instituições e os protagonistas em quem devíamos acreditar. Está criado o tal “equilíbrio instável”.

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