O Economista 2015

No momento quem encerramos esta edição, Portugal vive num impasse relativamente à constituição de um Governo sólido para a legislatura ora iniciada.

Convenhamos que este impasse era tudo o que o País mais dispensava. Mas as coisas são como são e só resta apelar à clarificação urgente de uma situação que, a persistir, tende a provocar grandes prejuízos à nação.

Esperava-se que, terminada a campanha eleitoral – com os excessos de linguagem próprios da “época” – tivesse chegado o tempo de “descer à terra” e enfrentar a realidade social, económica e financeira de Portugal. Mas, em vez disso, os actores políticos optaram por se digladiar, repetindo acusações que talvez fizessem algum sentido antes de 4 de Outubro. Formam-se/consolidam-se coligações, quebram-se pontes, enfim, dificulta-se a saída do “beco”.

Fugindo aos diversos interesses partidários, esta edição de O Economista-Anuário da Economia Portuguesa segue Descartes quanto à razão de cada um, e analisa a situação portuguesa numa perspectiva plural.

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