Pensar o futuro

A situação de emergência que Portugal vive não pode fazer esquecer a necessidade de pensar o futuro do País.

Por isso, a edição de Setembro dos Cadernos de Economia é subordinada ao tema “Portugal 2020” – o mesmo do Congresso Nacional dos Economistas, a realizar em Outubro.

Reputadas personalidades/especialistas – nomeadamente académicos e outros investigadores – antevêem a evolução socioecononómica portuguesa ao longo da próxima década.

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Economia do mar

O mar pode contribuir, de forma significativa, para minimizar os desequilíbrios estruturais da economia portuguesa.

Com efeito, o peso da economia do mar em relação ao PIB, já hoje elevado, poderá subir exponencialmente.

Importa, pois, fazer despertar a sociedade toda para as potencialidades dos nossos recursos marítimos.

Ciente dos caminhos que é preciso abrir no sentido de ancorar as reconhecidas debilidades do País, os Cadernos de Economia dedicam a edição de Junho à economia do mar.

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O terceiro sector

Nestes dias de turbulência, a economia social, comummente designada por terceiro sector, assume crucial importância – no mundo inteiro, como na Europa, onde já representa mais de 10% do PIB. Em Portugal, a sua representação é menor (5,5%) mas vem-se registando um crescimento exponencial.

As crescentes dificuldades de financiamento do Estado Social não deixam de perturbar as instituições de solidariedade social, principais agentes/protagonistas – embora o sector não se circunscreva às IPSS.

Urge mobilizar a sociedade portuguesa, toda, para o papel que vem sendo desempenhado pela economia social. Trata-se de um sector que, para além do mais, precisa de ser correctamente explicado, avaliado, compreendido.

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